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FLIP recebe o sociólogo José de Souza Martins

26 jul

Na mesa da FLIP que encerra a homenagem a Gilberto Freyre, três de seus maiores intérpretes analisam a atualidade da obra do sociólogo. Herdeiro da tradição uspiana, José de Souza Martins explica por que Freyre tornou-se um clássico incontornável. Um dos maiores praticantes da história das mentalidades no mundo, Burke analisa o pioneirismo de Freyre nesse segmento. E o antropólogo Hermano Vianna discute a questão da miscigenação e da identidade nacional na obra do autor pernambucano.

Informações
Mesa 16: Gilberto Freyre e o século 21
Com José de Souza Martins, Peter Burke e Hermano Vianna
Data: 08/agosto, às 11h45
Mediação: Benjamin Moser

Sobre o sociólogo


José de Souza Martins é um dos mais importantes cientistas sociais do Brasil. Professor titular de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), foi eleito fellow de Trinity Hall e professor da Cátedra Simon Bolívar da Universidade de Cambridge (1993-1994). É mestre e doutor em Sociologia pela USP. Foi professor visitante na Universidade de Flórida (1983) e na Universidade de Lisboa (2000).

Autor de diversos livros de destaque, ganhou o prêmio Jabuti de Ciências Humanas, em 1993 – com a obra Subúrbio – e em 1994 – com A chegada do estranho. Recebeu o prêmio Érico Vannucci Mendes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em 1993, pelo conjunto de sua obra e o prêmio Florestan Fernandes da Sociedade Brasileira de Sociologia, em 2007.


Conheça os livros de José de Souza Martins publicados pela Editora Contexto


A sociabilidade do homem simples A sociabilidade do homem simples

É nos limites, nos extremos da realidade social, que a indagação do cientista se torna fecunda. A explicação sociológica é incompleta e pobre se não passa pela mediação do insignificante. O relevante está no ínfimo, na vida cotidiana fragmentária e aparentemente sem sentido. Este livro, escrito por um dos mais importantes sociólogos brasileiros contemporâneos, trata da vida social, do imaginário e da visão de mundo do homem simples e cotidiano.

Sociologia da fotografia e da imagem Sociologia da fotografia e da imagem

O fascínio da fotografia sobre todos nós está naquilo que por meio dela nossos olhos visitam em nosso passado, no de nossos antepassados e de nossos contemporâneos. Está também na nossa estranha relação com os álbuns de família ou as caixas de sapato em que guardamos esses ícones da nossa memória afetiva.
Neste livro, o autor mostra como a Sociologia e, também, a Antropologia podem encontrar em fotografias e imagens indícios de relações sociais, de mentalidades, de formas de consciência social, de maneiras de ver o mundo, de nele viver e de compreendê-lo.

Fronteira Fronteira

Este é um livro sobre as fronteiras interiores do Brasil, sobre os confins que nos separam de nós mesmos, sobre as diferentes e conflitivas espacialidades de nossa expansão interna nesse demorado movimento iniciado com a Conquista e ainda não completado. A fronteira é o espaço próprio do encontro de sociedades e culturas entre si diferentes, a sociedade indígena e a sociedade dita “civilizada”, mas também as várias e substancialmente diferentes facções da sociedade de brancos e mestiços que somos. A fronteira é o lugar da liminaridade, da indefinição e do conflito. É o lugar da nossa comunhão autofágica, do rito sacrificial por meio do qual nascemos como povo.

O cativeiro da terra O cativeiro da terra

Esta é uma nova edição, cuidadosamente editada, revista e bastante ampliada de uma obra clássica. O cativeiro da terra foi revisitado por seu autor, José de Souza Martins, que incorporou novos textos, atualizou a discussão sobre as questões tratadas e, ainda, acrescentou um novo ensaio fotográfico. O livro conta com um palpitante prefácio elaborado especialmente para esta edição. O cativeiro da terra é a matriz estrutural e histórica da sociedade que somos hoje. Ele condenou a nossa modernidade e a nossa entrada no mundo capitalista a uma modalidade de coerção do trabalho. Aí encontramos a explicação de nossa lentidão histórica e a postergação da ascensão social dos condenados à servidão. Uma leitura emocionante, uma obra fundamental para todos os que, de fato, querem entender o Brasil.

Fórum Internacional do Livro Digital

21 jul



Propondo um exercício de cenários, a Câmara Brasileira do Livro vai realizar o Fórum Internacional do Livro Digital, integrando a programação oficial da 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

O evento vai acontecer no auditório Elis Regina, no Parque Anhembi nos dias 10 e 11 de agosto de 2010. Além do Fórum, compõem ainda a programação que antecede a Bienal do Livro as convenções anuais da ANL (Associação Nacional de Livrarias) e ABDL (Associação Brasileira de Difusão do Livro). Referidas convenções também acontecem nos dias 10 e 11 de agosto, no Complexo Parque Anhembi.

O Fórum Internacional do Livro Digital será composto por três palestras apresentadas por especialistas renomados na área.

Um deles é o americano Mike Shatzkin, fundador e CEO da The Idea Logical Company. Presta consultoria com vasta experiência em toda cadeia produtiva do livro – redação, edição, agenciamento, venda, marketing, produção e gestão. Seu blog, The Shatzkin Files é um dos mais consultados no mundo sobre o impacto da mudança digital no mercado de livros. Na vanguarda da discussão em torno do tema, Shatzkin realiza anualmente inúmeras conferências – recentemente participou da Digital Book World.

O palestrante inglês John B. Thompson, autor de Books in the Digital Age (Livros na Era Digital) – ainda não traduzido para o português -, também participa do Fórum. Há duas décadas Thompson analisa a transformação da indústria editorial do livro. É professor de sociologia da Universidade de Cambridge (Inglaterra). A teoria social e política contemporânea, sociologia da mídia e da cultura moderna, a organização social das indústrias da mídia, o impacto social e político de tecnologias de informação e comunicação e as formas de comunicação política são seus temas de investigação. Outras obras publicadas: Ideologia e Cultura Moderna (1990), The Media and Modernity (A Mídia e a Modernidade, 1995) e Political Scandal (Escândalo Político, 2000).

O outro é Jean Paul Jacob, engenheiro eletrônico brasileiro, considerado guru do mundo digital. Citado como um dos 50 “Campeões de Inovação” pela revista Info, profetizou o fim do livro, a exemplo do que já havia feito na década de 1980, quando decretou o fim do vinil diante do aparecimento de CDs e DVDs. É pesquisador emérito da IBM e cientista consultor residente na Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA). Despojado e comunicativo, Jean Paul leva sempre para suas entrevistas e palestras uma sacola barata, repleta de novas tecnologias que apresenta ao público.

A programação do Fórum Internacional do Livro Digital – que acontece no auditório Elis Regina, Complexo Parque Anhembi, em São Paulo – é a seguinte:

Dia 10 de agosto

19h – Coquetel de abertura.
20h20 – Abertura oficial do Fórum Internacional do Livro Digital.
20h30 – 22h – Palestra “O futuro do livro impresso num mundo digital”, de Mike Shatzikin.

Dia 11 de agosto

08h30 – 10h – Palestra “Os livros na Era Digital”, de John B. Thompson.
18h00 – 19h30 — Palestra “O Futuro já não é mais o que era!”, de Jean Paul Jacob.

Associados da CBL poderão inscrever-se para o Fórum Internacional do Livro Digital pelo site www.cbl.org.br, onde constam mais informações. Baixe a ficha de inscrição aqui. Os demais interessados deverão entrar em contato pelo e-mail digital@cbl.org.br.

Editora Contexto na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

20 jul

Vários craques da Editora Contexto fazem parte da programação cultural da 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 12 a 22 de agosto, no Anhembi:

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14 de agosto – Prof. Ataliba Castilho, um dos maiores especialista em linguística e autor do livro Nova Gramática do Português Brasileiro, participa de uma mesa de bate-papo, às 11 horas, no Espaço Território Livre, sobre o tema “A legitimidade a linguagem do internauta e sua influência na língua portuguesa”.

14 de agosto – Bate-papo e sessão de autógrafo com o jornalista Mauro Beting, autor do livro As melhores seleções estrangeiras de todos os tempos, às 14h, no estande da Contexto, localizado na rua N10 com a O11.

16 de agosto – Mesa com Milton Leite (Os 11 maiores centroavantes do futebol brasileiro e As melhores seleções brasileiras de todos os tempos), Marcelo Barreto (Os 11 maiores camisas 10 do futebol brasileiro) e Sidney Garambone (Os 11 maiores volantes do futebol brasileiro), às 19h, segunda-feira, no Salão de Ideias.

17 de agosto – Mauro Beting, jornalista e comentarista esportivo,  media uma mesa com o nadador Gustavo Borges. Tema: “Optei pelo esporte”, às 15h, no espaço Território Livre.

19 de agosto – Bate-papo com a linguista Maria Helena de Moura Neves, autora de vários livros. Pela Contexto, lançou recentemente o livro Ensino de língua e vivência de linguagem. Tema: “Acordo ortográfico: uma mesma língua?”, às 17 horas, no Salão de Ideias.

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OBSERVAÇÃO: todos os autores estarão no estande da Editora, localizado nas ruas N10 com a O11, para uma sessão de autógrafos, antes ou após os respectivos eventos.

Próximos eventos – ANPOLL, ANPED e GEL

22 jun

No mês que vem estaremos presentes em três grandes eventos.  Venha participar conosco:

XXV ENCONTRO NACIONAL DA ANPOLL

Data:
01 a 03 de julho

Local do evento:
UFMG – Faculdade de Letras – Av. Antônio Carlos, 6.627 – Campus Pampulha – 31270-901 Belo Horizonte – MG – Brasil – Telefone: (31) 3409.6086 (entre 13 e 17h) e (31) 34096004

Autores presentes:
Maria Carlota Rosa / Maria Helena de Moura Neves

Site:
http://www.anpoll.org.br/eventos/enanpoll2010/page.php?site_id=1

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ANPED – Centro-Oeste

Data:
05 a 08 de julho

Local do evento:
Universidade Federal de Uberlândia – Campus Santa Mônica

Anfiteatros:
Bloco 3Q; Bloco B; Anfiteatro Biblioteca; Bloco X; Bloco E;  Salas dos Blocos G, U e H

Endereço:
Av. João Naves de Ávila, nº. 2121 – Campus Santa  Mônica – Bloco “G”. CEP 38.400-902 – Uberlândia/MG. Telefax: Fone: 55-34-3239- 4412 (034) 3239-4212

Site:
http://www.anpedco10anos.ufu.br/menu.php?id=14

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58º GEL – Grupo de Estudos Linguísticos

Data:
21 a 23 de julho

Local do evento:
Universidade Federal de São Carlos
Rodovia Washington Luiz, km 235
São Carlos – SP – Brasil

Autores presentes:
Nádea Regina Gaspar / Ataliba T. de Castilho / Maria Helena de Moura Neves / Sirio Possenti / Luiz Carlos Travaglia / Alessandra Del Re / Ivã Carlos Lopes / Mariangela Rios / Monica Cavalcante / Valdemiro Miotelo/ Eliana Donato Ruiz/ Pedro Luis Navarro Barbosa/ Thaïs Cristófaro Alves da Silva

Site:
http://www.gel.org.br

Coquetel de lançamento “As melhores seleções” – Mauro Beting e Milton Leite

15 mar

Amanhã acontece o lançamento dos livros As melhores seleções estrangeiras de todos os tempos e As melhores seleções brasileiras de todos os tempos, escritos pelos jornalistas Mauro Beting e Milton Leite, respectivamente. A noite de autógrafos e o coquetel ocorrem na Saraiva MegaStore do Shopping Eldorado (Av. Rebouças, 3.970 – Pinheiros – 1º Piso – São Paulo/SP – Tel: 11 3819-5999), a partir das 18h30, entrada franca.

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Lá fora também se joga bola:
As melhores seleções estrangeiras de todos os tempos


Diz o ditado que religião e futebol não se discutem. Mas quem liga para os ditados? A polêmica move o futebol assim como a fé move a religião. Então quais são as melhores seleções estrangeiras de todos os tempos? Para o jornalista Mauro Beting elas são sete, espalhadas por décadas e histórias diferentes.

CAPA MELHORES SELECOES ESTR_EMAIL Por incrível que pareça, joga-se bom futebol até fora do Brasil. E algumas seleções estrangeiras montaram equipes maravilhosas, a ponto de revolucionar a forma de jogar nosso esporte favorito. Nesse livro da Editora Contexto, o jornalista e comentarista Mauro Beting escala As melhores seleções estrangeiras de todos os tempos. O autor nos guia por um passeio pela história futebolística com ótimas narrativas, belas fotografias, lista de convocados e detalhamento dos esquemas táticos de cada equipe. Beting nos apresenta a trajetória de sete seleções que deixaram suas marcas no campo e na mente dos amantes do futebol.

Com um estilo descontraído, o escritor conduz o leitor pelos caminhos percorridos pela Hungria de 1954, do craque Puskas, e pela Inglaterra de 1966, do goleiro Gordon Banks (que quatro anos depois faria a sua famosa defesa contra a cabeçada de Pelé). Em seguida, os mecanismos do carrossel holandês de 1974 são revelados. No mesmo ano, temos a Alemanha de Beckenbauer, campeã em cima daquela mesma Holanda. Da década de 1980, as representantes são a Itália de 1982, carrasca do futebol arte brasileiro, e a Argentina de 1986 – aquela da mão de Deus de Maradona. Por fim, a última campeã do século XX, a França de 1998.

Para chegar nessas sete eleitas, Mauro Beting se utilizou de seis critérios. Todas as equipes: disputaram uma Copa do Mundo; tiveram jogadores que entraram em campo a partir de 1952, período com mais facilidade de se conseguir imagens arquivadas e disponíveis aos nossos olhos; eram de países diferentes; jogaram um belo futebol, mas algumas não foram campeãs, mostrando que não é preciso conquistar uma Copa para ganhar o mundo; eram respeitadas, indicando que nas quatro linhas o campeão não precisa ser admirado; tiveram ao menos um grande craque que desequilibraram os adversários em campo. Com esses elementos na mão o autor presenteia todos os fãs de futebol com um livro enriquecido de informações completas sobre o jogo de cada um desses times.

“Se o mundo da bola discute até quem é o “Pelé” do futebol (Pelé? Maradona? Garrincha?), definir as melhores seleções de todos os tempos (fora as brasileiras) é assunto para a vida toda. É quase impossível comparar períodos distintos do esporte, e pode resultar anacrônico igualar o futebol de diferentes décadas. A bola que voa em 2010 é outra pelota, se comparada a que rolava em 1970. Piorou? Melhorou? Mudou. Como a vida. Como o mundo”, relata Mauro Beting na introdução do livro.

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Mauro Beting é jornalista e comentarista de futebol da rádio e tv Lance!, da rádio e tv Bandeirantes, além de apresentador do Bandsports. Escreve para o jornal Lance!, para a revista Fut! e possui blogs no Lancenet! e nos portais Yahoo! e Cidade do Futebol.



Que beleza!
As melhores seleções brasileiras de todos os tempos


Qual a sua seleção brasileira preferida? Para os jovens, que não viram o começo das nossas conquistas, essa obra da Contexto é uma oportunidade de conhecer a trajetória da primeira até a de 2002. Para os mais velhos, é o prazer de saborear as histórias e os bastidores de cada campanha.

CAPA MELHORES SELECOES BRAS_EMAIL No livro As melhores seleções brasileiras de todos os tempos, o narrador e apresentador Milton Leite elege as principais representantes das seleções brasileiras de futebol em Copas do Mundo. Considerando não só as vitórias, mas também a qualidade técnica, o jornalista nos apresenta o retrato de seis equipes marcantes para a história do esporte. O livro começa com o time de 1958 e a equipe bicampeã de 1962. Em seguida, retrata a seleção de 1970, a brilhante e eliminada formação de 1982 e o e tetracampeonato de 1994. Termina com o penta de 2002, equipe campeã depois de um amargo vice em 1998 e uma classificatória conturbada.

“A ideia do livro é reunir histórias e personagens das grandes campanhas nacionais no esporte mais popular do planeta. Mas quando o título começa por “melhor” ou “melhores”, é claro que a obra remete a escolhas, comparações”, explica o autor, que ouviu e entrevistou diversos craques, técnicos e especialistas no assunto. Uma constelação de gênios do futebol como Djalma Santos, Zagallo, Pelé, Tostão, Carlos Alberto Torres, Zico, Falcão, Júnior, Batista, Carlos Alberto Parreira, Bebeto, Mauro Silva, Cafu, Marcos e Ronaldo, concedeu entrevistas exclusivas ao autor.

Das seis seleções retratadas no livro, duas conseguiram unir o futebol bonito, de alta qualidade técnica, à conquista do título. As equipes de 1958 e de 1970 foram campeãs jogando um futebol irrepreensível – tanto que as duas sempre aparecem nas mais variadas enquetes sobre as principais equipes de todos os tempos. O time que venceu em 1962 era praticamente igual ao de 1958, mas, envelhecido, não teve o mesmo brilhantismo de quatro anos antes, como os próprios integrantes daquele grupo deixam claro no capítulo que trata da conquista no Chile.

No caso das duas últimas conquistas, 1994 e 2002, sofremos de forma igual nas eliminatórias e encontramos realidades distintas durante as Copas. Ambas saíram do Brasil desacreditadas. Uma conseguiu a taça com um futebol pragmático e pouco espetacular e a outra mostrou mais habilidade que o esperado no decorrer da competição. Os méritos delas estão na incrível superação, a união dos grupos dentro de campo e o de somar ao país os cinco títulos mundiais. Feito que nenhum outro país conseguiu até hoje.

No entanto, nem todo grande time consegue vencer, mesmo entrando para a história pela qualidade que apresenta em campo. A seleção de Telê Santana, derrotada na Espanha, tem um capítulo a ela dedicado – o que provavelmente será motivo de polêmica, já que para muitos torcedores e especialistas, time bom é o que vence. “No capítulo da Copa de 1982 entra em ação a minha memória afetiva, e um carinho particular por aquele grupo, que só aumentou durante a execução do trabalho”, justifica. Uma equipe que saiu do Brasil como grande favorita, fez uma campanha irretocável… até a derrota.

Terão sido essas, de fato, As melhores seleções brasileiras de todos os tempos? Isso cabe ao leitor decidir após conhecer os detalhes das seis campanhas. Afinal, quando se discute futebol, a polêmica sempre entra em jogo.

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Milton Leite é jornalista profissional, tendo trabalhado nos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde. Como narrador esportivo, atuou durante dez anos na ESPN-Brasil e, desde 2005, é contratado do Sportv/TV Globo. Esteve nas Copas do Mundo de 1998 e 2006 e nas Olimpíadas de 2000, 2004 e 2008.