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Tráfico de smartphones em Cuba amplia possibilidades de comunicação

2 fev

Com toda a mídia controlada pelo governo ditatorial, país caribenho descobre possibilidades de interação a partir da tecnologia 3G, diz blogueira

Os smartphones chegaram a Cuba e, com eles, a possibilidade de conhecer fatos do país não noticiados pela imprensa oficial. A informação foi relatada pela cubana Yoani Sánchez em seu blog Generación Y, que lhe rendeu em 2008 a classificação entre as 100 pessoas mais importantes do mundo pela revista Time. Perseguida pelo governo local, ela escreve clandestinamente de Havana e sua página é proibida para nativos.

“O mesmo mercado que nos tem abastecido de leite em pó e detergente agora oferece conexões ilegais à internet”, escreveu Yoani. “A quantidade de informações quintuplicou, ainda que isso não se deva a uma decisão governamental de nos abastecer de melhores informações, e sim ao desenvolvimento tecnológico, que nos permitiu saltar os cintilantes triunfalistas e os noticiários vazios de conteúdo”, afirmou, em referência aos governantes da ilha, que se autodenominam “triunfalistas” pela vitória na Revolução Cubana em 1959.

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Conheça o livro "De Cuba, com carinho", da blogueira cubana Yoani Sánchez

Graças às redes oferecidas em hotéis e centros comerciais voltados para turistas, já era possível acessar a web. Com as antenas parabólicas clandestinas escondidas em falsas caixas d’água, os sinais de TV, rádio e de tecnologia 3G de outros países são disponibilizados a quem consegue adquirir um smartphone no mercado negro e programá-lo.

Segundo a blogueira, com os celulares inteligentes é possível saber o que acontece de negativo em Cuba “dias” ou “várias semanas” antes que algum meio de comunicação decida noticiá-lo. Os boatos que correm de boca em boca começam a se tornar dados precisos transmitidos em tempo real. Por causa disso, muitos cubanos não assistem mais aos canais de TV, todos estatais, e preferem o que a autora do post chama de “televisão exilada”, transmitida pelos aparelhos contrabandeados.

“A tela de um Nokia ou um Motorola, a superfície brilhante de um CD ou o minúsculo corpinho de uma memória flash acabam com nossa desinformação”, concluiu Yoani Sanchéz. Formada em Linguística, ela mantém o Generación Y desde abril de 2007. Para alimentar o blog, anotava os posts num caderno para depois publicá-los na internet. Em maio do ano passado, conseguiu “criar” um laptop a partir de dispositivos comprados no mercado paralelo. Segundo informações oficiais, 2% da população cubana tem acesso à web.

(via Época Noegócios)

Compre o laptop do professor – Veja a lista das 64 cidades que terão laptop por R$ 1.000

16 set

O MEC (Ministério da Educação) divulgou recentemente a lista dos 64 municípios em que, a partir de agosto, professores de ensino regular poderão comprar laptops por R$ 1.000.

Segundo o ministério, que lançou no começo deste mês programa de venda e financiamento de computadores para profissionais da educação, o preço do equipamento para os docentes é 35% mais baixo que o verificado no mercado.

Para comprar o computador portátil com desconto, o professor deve ir a agência dos Correios de uma das 64 cidades anunciadas, provar que trabalha em uma delas e apresentar CPF. Será divulgada, até o fim do mês, a lista completa de documentos exigidos para a compra.

A partir de setembro, o programa será expandido para todas as capitais brasileiras.

Nesta primeira fase, formam escolhidos os municípios com melhor desempenho no Ideb 2007.

A estimativa é de que o programa alcance cerca de 3,4 milhões de professores em atividade. O projeto não contempla professores fora da educação regular, como cursos pré-vestibulares, escolas de música e de idiomas e academias de ginástica.

Configuração

O computador financiado pelo MEC tem 512 megabytes, com possibilidade de expansão de no mínimo um gigabyte; unidade de armazenamento com capacidade mínima de 40 gigabytes; tela plana LCD; comunicação com interface sem fio (wireless) e software livre, com mais de 27 aplicativos.

Os pedidos serão feitos e entregues através das 6.000 agêncais dos Correios.

O ministério preparou, online, um portal com recursos de apoio à aula para os professores.

(Via UOL Educação)

2o Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação: Multimodalidade e Ensino

16 set

COMO USAR OUTRAS LINGUAGENS NA SALA DE AULA O 2° Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educaçao: Multimodalidade e Ensino abre espaço para apresentação de pesquisas empreendidas nas áreas de Lingüística, Letras, Educação e Informática entre outras afins que tenham como foco a utilização das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) para desenvolvimento de novas formas de aprendizagem nos diferentes níveis de escolaridade.

O evento acontece em Recife, no Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco.

O Simpósio é uma realização do Nehte (Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologias na Educação) e do PPGL (Programa de Pós-Graduação em Letras), ambos da UFPE.

O que é o evento?
É um evento científico que promove o debate em torno das questões das tecnologias utilizadas na aprendizagem de línguas e outros conhecimentos.

Público-Alvo
Professores, estudantes e pesquisadores das áreas de Lingüística, Letras, Educação e Informática entre outros interessados na utilização das tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) na educação.

Mesas-Redondas
» Abuêndia Padilha (UFPE)
» Alamir Aquino Corrêa (UEL)
» Ana Elisa Ribeiro (CEFET/MG)
» Ana Lima (UFPE)
» Anco Márcio Tenório (UFPE)
» Angela Paiva Dionisio (UFPE)
» Antônio Carlos Xavier (UFPE)
» Artur Stamford (UFPE)
» Célia Magalhães (UFMG)
» Danielle Almeida (UFPB)
» Dilma Luciano (UFPE)
» Ermelinda Ferreira (Nehte/UFPE)
» Iúta Lerche Vieira (UECE)
» Júlio César Araújo (UFC)
» Karina Falcone (UFPE)
» Lafayette Batista Melo (CEFET/PB)
» Lourival Holanda (UFPE)
» Luiz Fernando Gomes (UNISO)
» Maria Angélica Freire (UFPI)
» Maria do Rosário Sailler (UFPE)
» Medianeira de Souza (UERN)
» Nelly Carvalho (UFPE)
» Normanda Bezerra (Cefet-PE)
» Paulo Gileno Cysneiros (UFPE)
» Regina Dell´Isola (UFMG)
» Rosemary Fraga (Universo)
» Sérgio Abranches (UFPE)
» Sérgio Roberto Costa (UNINCOR)
» Siane Gois (UFPE)
» Sonia Sette (UFPE)
» Stella Telles (UFPE)
» Virgínia Leal (UFPE)

Confira a programação do evento e faça já sua inscrição, no endereço abaixo:
http://www.ufpe.br/nehte/simposio2008/inscricoes.html

Livro "Os Japoneses" no Nerdcast, do Jovem Nerd

11 jan

CAPA-OS-JAPONESES Em 2007 uma das maiores empresas de comunicação da Europa, a Deutsche Welle, lançou um prêmio internacional chamado "The Best of the Blogs", ou simplesmente BOBs. Em resumo, o prêmio é uma espécie de Prêmio iBest Mundial, e premia os melhores blogs do mundo. Uma das categorias era "Melhor Podcast", e o grande vencedor foi um brasileiro, o Nerdcast do Jovem Nerd.

Segundo a Wikipedia:

Podcast é uma forma de publicação de programas de áudio, vídeo e/ou fotos pela Internet que permite aos utilizadores acompanhar a sua atualização. A palavra "podcasting" é uma junção de iPod – um aparelho que toca arquivos digitais em MP3/MP4 – e broadcasting (transmissão de rádio ou tevê).

É com grande prazer que a Editora Contexto está presente no nercast dessa semana, com o tema OS JAPONESES. Informação e diversão garantidas.

Para ouvir o Nerdcast especial sobre o Japão, clique aqui.

 

Informações sobre o livro

É grande a tentação de ficar nos estereótipos quando se trata de japoneses. São disciplinados e limpos segundo alguns, silenciosos e desconfiados segundo outros. E, para quase todos, um povo obstinado, respeitoso dos seus ancestrais e herdeiro da lealdade dos samurais. No entanto, existe um outro lado do mundo oriental que desperta grande curiosidade. É verdade que a indústria japonesa nada cria, apenas copia? E por que será que os japoneses gostam de tirar tantas fotos e andar sempre em grupo? E as mulheres, seriam ainda gueixas submissas e dependentes? O objetivo deste livro é mostrar de onde vêm essas imagens cristalizadas, a partir de um olhar sobre a história, desde a formação, passando pelo mito do milagre japonês e chegando até o Japão pop de hoje. É sobre esse povo fascinante que se debruça a historiadora e antropóloga Célia Sakurai neste livro surpreendente e revelador.

Web não diminui leitura de livros, diz estudo

7 jan

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Torre de Babel – Pieter Brueghel  – 1563

 

WASHINGTON – Mais de metade dos americanos visitaram uma biblioteca no ano passado. E muitos deles foram atraídos pelos computadores mais do que pelos livros, de acordo com pesquisa divulgada esta semana.

Dos 53 por cento dos adultos americanos que dizem ter visitado uma biblioteca em 2007, a maior concentração de usuários estava na faixa etária dos jovens de 18 a 30 anos, composta por entusiastas da tecnologia e conhecida como "Geração Y", afirmou a pesquisa do Pew Internet & American Life Project.

"Essas constatações viram de cabeça para baixo nossas idéias sobre bibliotecas", disse Leigh Estabrook, professora emérita na Universidade de Illinois e co-autora de um relatório sobre os resultados da pesquisa.

"O uso da Internet parece criar uma fome de informações, e são os jovens adeptos da informação que têm maior probabilidade de visitar uma biblioteca", afirmou ela.

Os usuários de Internet tinham probabilidade duas vezes maior de utilizar uma biblioteca do que os não-usuários, de acordo com a pesquisa. Mais de dois terços dos visitantes das bibliotecas, em qualquer que seja sua faixa etária, disseram usar computadores durante suas visitas.

Sessenta e cinco por cento deles consultaram informações na Internet e 62 por cento usaram computadores para verificar recursos disponíveis nas bibliotecas.

As bibliotecas públicas agora oferecem assistência virtual às tarefas escolares, programas especiais de jogos, e alguns bibliotecários chegaram a criar personagens no mundo virtual Second Life, disse Estabrook.

A pesquisa demonstrou que 62 por cento dos respondentes da geração Y afirmaram ter ido a uma biblioteca nos últimos 12 meses, e que a proporção de usuários cai firmemente de faixa etária a faixa etária. Cerca de 57 por cento dos adultos de 43 a 52 anos dizem ter ido a uma biblioteca em 2007; essa proporção cai a 46 por cento para a faixa dos 53 a 61 anos; a 42 por cento para a dos 62 a 71; e a apenas 32 por cento para as pessoas com idade superior a 72 anos.

"As descobertas nos surpreenderam, em especial com relação à Geração Y", disse Lee Rainie, co-autora do estudo e diretora do projeto Pew. Em 1996, uma pesquisa da Benton Foundation detectou que os jovens adultos consideravam que as bibliotecas se tornariam menos relevantes no futuro.

Fonte: Info Online