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Promoção Milton Leite – 30 mil seguidores no Twitter

8 set

Recentemente Milton Leite atingiu a incrível marca de 30 mil seguidores no Twitter. Que beleza!

Para comemorar, resolvemos fazer uma promoção, e sortearemos dois exemplares autografados de seu livro As melhores seleções brasileiras de todos os tempos.


Como ganhar o livro

Basta ser seguidor do @miltonleitereal e da @editoracontexto e retuitar a mensagem:

RT @miltonleitereal Quero ganhar o livro “As melhores seleções brasileiras de todos os tempos” da @editoracontexto http://migre.me/1cF88


O sorteio

- A promoção é válida a partir de hoje, até o dia 22 de setembro de 2010;
- O sorteio será realizado utilizando a ferramenta sorteie.me;
- Caso o sorteados não seja seguidor dos dois perfis no twitter (@miltonleitereal e @editoracontexto), um novo será sorteado;
- O participante pode tuitar quantas vezes quiser. Quanto mais tuitar, mais chances de ganhar;
- Os vencedores da promoção autorizam o uso do seu nome para divulgação (fotos, citações via twitter e blog) da promoção e do resultado, sem ônus para os seus organizadores.

Compre qualquer livro do Milton Leite e receba-o autografado

5 ago

Há algumas semanas fizemos uma promoção com o Milton Leite, e ela foi um sucesso. Então, resolvemos fazer algo diferente.

A partir de hoje, todos que adquirirem qualquer livro do Milton Leite em nosso site receberão seus exemplares autografados. Isso mesmo! O Milton autografará seus livros, personalizados com o nome de cada leitor, para quem realizar a compra até domingo (15/08/2010).

E mais: que tal ainda ter um excelente desconto de 20% na compra?

O processo é bem simples:

1) Primeiro se cadastre em nosso site no endereço abaixo:
http://editoracontexto.com.br/login.asp

2) Depois, basta clicar na capa do livro desejado (ou nos dois) e efetuar a compra:

As melhores seleções brasileiras de todos os tempos

As melhores seleções brasileiras
de todos os tempos

Os 11 maiores centroavantes do futebol brasileiro

Os 11 maiores centroavantes
do futebol brasileiro


3) Durante a compra, digite a palavra-chave quebeleza no campo de cupom promocional

quebeleza


4) Por fim, depois de efetivada a compra, mande seu nome e número do pedido para o e-mail:
divulga@editoracontexto.com.br

Em poucos dias você receberá seus livros autografados em casa. QUE BELEZA!

Os alemães deles e o nosso, Fried – “O futebol explica o Brasil”

23 jul

O Estado de S.Paulo

Muito se falou recentemente sobre a Seleção Alemã de futebol, multiétnica, que ficou com o bronze na Copa da África jogando uma bola redondinha. Choveram elogios à moderna composição do time, que surpreendeu ao usar diversos jogadores de origem estrangeira na disputa esportiva mais nacionalista do mundo. Havia no grupo até um brasileiro, Cacau. Fez bem o técnico deles em escalar o que tinha de melhor sem olhar para a origem do craque. Na hora de a bola rolar, em qualquer atividade humana, vale é a qualidade.

FUTEBOL-EXPLICA Nos antigos campos paulistanos, essa “novidade” da mistura apresentada pelos alemães já foi bem conhecida. Houve aqui um meio-alemão famoso, Arthur Friedenreich, 1,75 m, esguio e rápido, goleador. Nasceu no bairro da Luz e lutou na guerra por São Paulo, Era filho de seu Oscar Friedenreich, alemão, e de dona Matilde, brasileira, filha de escravos, como lembra Marcos Guterman em O futebol explica o Brasil (Editora Contexto).

Friedenreich, que faria aniversário neste domingo, 18, era garoto que ia mal na escola e bem nos gramados. Foi ídolo do futebol dos primeiros 30 anos do Século 20 e sua história pode ser encontrada em clubes da cidade, como Pinheiros (antigo Germânia), Athletico Paulistano, onde dá nome ao campo e tem estátua, e no São Paulo.

Quando a Copa do Mundo for disputada nos gramados brasileiros, em 2014, o país estará comemorando 100 anos da primeira participação de Fried na Seleção brasileira. Foi num jogo contra o time do Exeter City, da Inglaterra, e no qual o centroavante paulistano deu, literalmente, seu sangue pelo Brasil: perdeu dois dentes numa disputa de bola. Na semana passada, o Instituto Martius-Staden (SP) criou espaço para homenagear “El Tigre” Friedenreich. A CBF também guarda imagens dessa epopeia do jovem teuto-brasileiro que encantou torcidas quando o esporte bretão ainda engatinhava por aqui, trazido por Charles Miller. No meio de brucutus que recorriam à força bruta do rúgbi no controle da posse da bola, Fried criou o drible curto e rápido, refinando o trato da vovó da jabulani.

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Ouça a narração de um gol de Friedenreich, pelo São Paulo contra o Palestra.

(via Blog da Garoa, de Pablo Pereira)

Promoção Milton Leite – As melhores seleções brasileiras de todos os tempos

6 jul

Milton Leite, em parceria com a Editora Contexto, irá sortear dois exemplares autografados de seu livro “As melhores seleções brasileiras de todos os tempos”.

Sobre o livro


CAPA MELHORES SELECOES BRAS_WEB Do futebol brasileiro, o mundo sempre espera o melhor. Nossas seleções devem reunir o melhor do melhor. E o que dizer, então, das melhores seleções brasileiras? Aquelas cuja escalação os boleiros sabem de cor. As seleções que faziam os adversários tremer e que arrancavam aplausos até de torcedores de outros países?
O jornalista e narrador esportivo Milton Leite sabe que cria polêmica ao definir quais foram As melhores seleções brasileiras de todos os tempos. Neste livro gostoso de ler e ótimo para presentear, ele reúne personagens em entrevistas exclusivas e desvenda episódios das grandes campanhas nacionais no esporte mais popular do planeta. São revelados aqui os bastidores das equipes campeãs das Copas de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, além do marcante grupo de 1982. Enriquecida com fotografias e depoimentos de protagonistas dessas campanhas – como Pelé, Zico e Ronaldo -, a obra é para todos os brasileiros, boleiros ou não.

Como ganhar o livro

Basta ser seguidor do @miltonleitereal e da @editoracontexto e retuitar a mensagem:

RT @miltonleitereal Quero ganhar o livro “As melhores seleções brasileiras de todos os tempos” da @editoracontexto http://migre.me/UNwq

O sorteio

- A promoção é válida a partir de hoje, até o dia 20 de julho de 2010;
- O sorteio será realizado utilizando a ferramenta sorteie.me;
- Caso o sorteados não seja seguidor dos dois perfis no twitter (@miltonleitereal e @editoracontexto), um novo será sorteado;
- O participante pode tuitar quantas vezes quiser. Quanto mais tuitar, mais chances de ganhar;
- Os vencedores da promoção autorizam o uso do seu nome para divulgação (fotos, citações via twitter e blog) da promoção e do resultado, sem ônus para os seus organizadores.

Julio César queria ser centroavante quando era criança

29 jun

(de Livraria da Folha)

Aclamado por muitos como o melhor goleiro do mundo, quando era pequeno, Julio César queria mesmo era ser centroavante. Essa e outras histórias sobre o homem que defende as traves brasileiras estão no livro Os 11 maiores goleiros do futebol brasileiro (Editora Contexto, 2010).

A publicação, escrita pelo jornalista Luís Augusto Simon, escalou uma seleção só de goleiros. Além do atual titular da equipe do Brasil, marcam presença na lista: Barbosa, Castilho, Gilmar, Raul, Leão, Zetti, Taffarel, Rogério Ceni, Marcos e Dida.

O autor relata a trajetória de cada um e ainda traz entrevistas com atletas que conviveram de perto com os jogadores, como Zagallo, Leivinha, Rincón e Kaká, entre outros.

Descubra como Julio César deixou o sonho de jogar na linha para vestir as luvas no trecho reproduzido abaixo.

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Centroavante

E ser centroavante era o seu sonho primeiro, nos tempos de criança. Queria jogar como o irmão Janderson, sete anos mais velho e de pouco sucesso profissional. Com o nome de Espínola, o irmão atuou no Flamengo, Vasco, Avaí, Bangu e Anapolina. Quando, aos 8 anos, Julio César começou a treinar no futsal do Grajaú Country Clube não era no gol que fazia sucesso. Ao contrário. Como ala pela esquerda complicou a vida de muito companheiro que pegava no gol.

Até que um dia, a história recorrente aconteceu também com ele. Em uma ocasião, faltou um goleiro, ele foi quebrar o galho, mostrou qualidades, o técnico pediu que ele continuasse na posição, ele aceitou só por uns dias, para colaborar, e não saiu mais.

Ou melhor, saiu em 1992, aos 13 anos, quando recebeu um convite de Isaías Tinoco, dirigente do Flamengo. Queria para os juniores do Flamengo o goleirinho e também o zagueiro clássico Juan – amigo de infância de Julio César e um de seus companheiros de seleção brasileira.

“Goleirinho” não é força de expressão. Julio realmente não impressionava pela altura. O campeão estadual sub-13 media apenas 1,60 m e pesava 43 quilos. Nada muito diferente dos meninos de sua idade. Julio achava o gol de futebol de campo – que hoje domina com facilidade – muito grande. Chegava a chorar antes dos treinos. Chorava, mas ia. O pai, Jenis Honorato, é rubro-negro doente, como toda a família, e não perderia a chance de ver seu filho brilhar no time do coração.

Não demorou muito. Foram cinco anos de treinos duros até 13 de maio de 1997, quando jogou pela primeira vez uma partida oficial pela Flamengo. O jogo, contra o Palmeiras, no Parque Antártica, era válido pela semifinal da Copa do Brasil. Clemer, o titular, estava machucado. Zé Carlos, que foi um dos reservas de Taffarel na Copa de 1990 começou a partida, saiu contundido e Julio César teve sua chance no segundo tempo.

No dia 17 daquele mesmo mês, jogou desde o começo. Era um Fla-Flu. “Tinha 17 anos e fiquei o tempo todo esperando a torcida gritar o meu nome. E ouvi, quando defendi um pênalti. Perdemos por 2 a 0, mas eu fui bem”, recorda.


Paulo Whitaker/Reuters

Outras partidas vieram, mas sempre de maneira esporádica. Sempre dependia das ausências conjuntas de Clemer e Zé Carlos.

Em 2000, foi titular em dois jogos na conquista do título carioca. Mas o prazer de entrar em campo com o time principal, ouvindo a festa da massa no Maracanã, ele só conseguiu em 2001, quando se destacou na campanha do tricampeonato. Sua escalação foi uma decisão de Zagallo, que fez o que a torcida pedia há tempos.

No primeiro jogo da final, o Vasco de Juninho Paulista, Euller e Viola venceu por 2 a 1. Como tinha a melhor campanha, poderia perder por um gol de diferença que seria campeão. Logo no começo do jogo, Julio Cesar fez uma defesa muito difícil, um chute cara a cara, de Viola. O Flamengo fez 1 a 0, com Edílson cobrando pênalti e o Vasco empatou no final do primeiro tempo, com Juninho Paulista cobrando falta. Na segunda etapa, Julio César foi decisivo novamente, ao defender um chute de Juninho Paulista. O Flamengo fez o segundo, com Edílson, de cabeça. E o Vasco se fechou para manter o resultado que garantiria o título. A churrascaria para a festa já estava reservada, era a promessa de Eurico Miranda, presidente do clube. Aí, no final do jogo, aos 43 minutos, Petkovic cobrou uma falta de longe, com perfeição, e deu o tricampeonato ao Flamengo. No vestiário, Julio César era um dos mais alegres.

“Eu quero convidar o Eurico Miranda para comemorar com a gente na churrascaria de Copacabana que ele reservou”, disse, irônico.

O goleiro guarda grandes lembranças daquela conquista.

- É totalmente diferente o título dentro de campo do que vendo da arquibancada. No terceiro gol, na cobrança de Petkovic, eu tinha pouca visão, porque a distância entre uma baliza e a outra é enorme. Eu só vi a bola fazendo a curva e pensei que iria sair, mas aí percebi a massa pulando, histérica. Na hora, nem consegui comemorar, só agradecer a Deus. Eu estava completamente tenso. Tínhamos que vencer por dois gols de diferença e estávamos conseguindo [3 a 1]. Só faltava tocar a bola e esperar o tempo passar. Só comemorei quando o juiz apitou. Aí eu nem me reconhecia mais, e toda aquela tensão que eu carregava foi liberada.

Ainda em 2001, o Flamengo venceu a Copa dos Campeães, com 4 a 3 sobre o São Paulo, onde um jovem Kaká começava a despontar no tricolor, e garantiu presença na Libertadores do ano seguinte. Na competição internacional o time foi mal. Com uma vitória, um empate e quatro derrotas, foi o último em um grupo que reunia Once Caldas, da Colômbia, Universidad Católica, do Chile, e Olímpia, do Paraguai.

Conheça os outros livros sobre futebol da Editora Contexto