Editora Contexto

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Imprensa e o Dever da Liberdade, A

Autor: Eugênio Bucci

Assunto: Comunicação

R$35,00

Qtd:
  • ISBN 978-85-7244-438-5
  • Formato 14 x 21
  • Peso 0.180 kg
  • Acabamento Brochura
  • Páginas 144
A sociedade tem o direito de contar com os serviços de jornalistas e de veículos noticiosos que sejam ativamente livres, assim como tem direito a hospitais que sejam higienizados e a escolas em que os professores não pratiquem a impostura. é nessa perspectiva que a liberdade será tratada aqui: ela é dever para o jornalista na exata medida em que corresponde ao serviço que é um direito para o cidadão. Na imprensa, a liberdade encontra de fato uma materialização: ela se traduz no grau de independência dos veículos informativos (e de seus operadores) em relação aos interesses organizados, sejam eles econômicos, políticos, religiosos, sindicais, científicos e assim por diante. Hoje, várias frentes de interesses concentrados e organizados ameaçam a liberdade indispensável à prática do jornalismo. Eles não vêm apenas das investidas da publicidade, com técnicas invasivas. As novas frentes que concorrem para sitiar a independência partem da indústria do entretenimento, dos governos, da promiscuidade interessada entre fontes e repórteres, do corporativismo, do capital e, também, de ongs. Este livro analisa as principais delas, por vezes a partir de casos reais.

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resenha Comentário de Álvaro Perazzoli
O livro A imprensa e o dever da liberdade de Eugênio Bucci é uma obra crítica sobre o jornalismo lançada em 2009 pela Editora Contexto. Nascido em 1958 na cidade de Ortolândia, SP, o autor é jornalista e professor doutor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA - USP). Em sua carreira Eugênio foi presidente da Radiobras. (2003 - 2007), secretário editorial da Editora Abril (1996-2001) e foi autor e participou de vários livros sobre comunicação. Atualmente escreve no Caderno 2 do Jornal O Estado de S. Paulo, é colunista do portal Observatório da Imprensa, e integra o conselho curador da TV Cultura de São Paulo. A obra possuí 144 páginas e é dividida em seis capítulos, um sumário, créditos, bibliografia e um pequeno resumo sobre o perfil do autor. O sumário é um tanto repetitivo e enfadonho. Eugênio por diversas vezes martela as palavras liberdade e independência que às vezes remetem em justificar o livro. O segundo capítulo, . e o jornalismo virou show business é uma crítica ferrenha, feroz e totalmente lúcida ao jornalismo cultural praticado no Brasil, que para o autor é uma espécie de sucursal das assessorias de comunicação das produtoras de cinema. No terceiro capítulo Informação e Guerra a serviço do Espetáculo é feita uma crítica a espetacularização da informação que está transformando os telejornais em verdadeiros "reality shows". Usa o exemplo das Torres Gêmeas destruídas em 11 de setembro de 2001 por um suposto atentado terrorista contra os EUA. O fato foi veiculado de forma exaustiva por diversos telejornais do mundo. De acordo com Eugênio, a notícia e a informação foram postas de lado para darem lugar ao sensacionalismo a serviço da audiência através do show de horror proporcionados pelo fato e principalmente, pelas imagens do fato. Outro capítulo com uma abordagem interessante foi o quarto, Jornalista e Assessores de Imprensa: profissões diferentes, códigos de ética diferentes. O título por si só é demasiadamente polêmico, mas com uma visão corajosa e uma postura firme, o jornalista coloca as diferenças entre as duas profissões de forma clara, objetiva e respeitosa. Defende a importância das duas profissões, mas define que elas precisam ser tratadas de forma separada e feitas por profissionais distintos. Por uma questão de ética, por uma questão de valorização dos valores do jornalismo e dos objetivos da assessoria de imprensa. Nos capítulos finais, Eugênio Bucci reforça os valores sobre a liberdade da informação e a busca da independência do jornalista e dos veículos de comunicação. Em alguns momentos se torna um tanto romântico no método de defesa desses valores na atual sociedade da informação. Mas de forma célebre, pontua perfeitamente sobre o distanciamento da imprensa em relação aos interesses do governo e dos movimentos sociais. Conclui que para uma imprensa ser livre ela não deve ter inferência do governo. Finaliza dizendo que a real democracia e sua manutenção depende do jornalismo ético e livre.

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